De acordo com a mais recente Pesquisa de Uso do Tempo Americano do Bureau of Labor Statistics, 35% dos indivíduos empregados trabalharam remotamente pelo menos parte do tempo em 2025, um aumento em relação a 33% em 2024.
A tendência é particularmente pronunciada entre trabalhadores com diploma de bacharel ou superior, e as mulheres têm mais probabilidade de trabalhar de casa em comparação aos homens. Essa mudança é influenciada pela maior participação das mulheres em cuidados infantis e tarefas domésticas, o que muitas vezes as leva a escolher empregos de menor remuneração que oferecem mais flexibilidade.
Embora os empregadores estejam endurecendo as políticas de retorno ao escritório, muitos funcionários resistem a essas mudanças, resultando em um modelo de trabalho híbrido se tornando mais comum.
Uma pesquisa da empresa de recrutamento Randstad indica que, enquanto 81% dos empregadores acreditam que o trabalho remoto complica a colaboração, apenas 48% dos funcionários sentem que estar no escritório aumenta sua produtividade.
O CEO da Randstad, Sander van't Noordende, observou que as aspirações de carreira tradicionais estão evoluindo, com uma ênfase maior na flexibilidade, embora a manutenção de conexões humanas continue sendo essencial para as organizações.