Na segunda-feira, Jim Cramer da CNBC aconselhou os investidores a não se afastarem das ações de cibersegurança que se recuperaram fortemente após uma queda anterior. Inicialmente, essas ações enfrentaram desafios em meio a preocupações de que a IA poderia desestabilizar modelos de software tradicionais, levando a uma venda mais ampla no setor de software.
No entanto, a narrativa mudou, pois Wall Street agora reconhece que a IA provavelmente aumentará a necessidade de soluções de cibersegurança, em vez de diminuí-la. Notavelmente, a CrowdStrike e a Palo Alto Networks subiram 84% e 106%, respectivamente, este ano. Cramer, cujo Charitable Trust possui ações de ambas as empresas, acredita que seu crescimento está longe de acabar.
Ele destacou os aumentos otimistas nas metas de preço da TD Cowen, que elevou a meta da CrowdStrike para $235, de $175, e a da Palo Alto para $400, de $360, mantendo classificações de compra para ambas.
Cramer argumentou que a crescente frequência de ciberataques ressalta a necessidade de empresas de cibersegurança especializadas, contrariando a noção de que os desenvolvedores de IA poderiam proteger adequadamente contra essas ameaças.
Ele apontou que, à medida que mais empresas fazem a transição para a computação em nuvem, a demanda por soluções de cibersegurança continuará a crescer, com a CrowdStrike estando particularmente bem posicionada devido às suas ofertas nativas em nuvem e à penetração de mercado relativamente baixa de 15%. Cramer concluiu que o potencial para novos ganhos nessas ações permanece forte.