O comentário reflete uma mudança de perspectiva em relação ao setor de refino de petróleo, que viu ganhos significativos, especialmente em empresas como Marathon Petroleum (MPC), Valero (VLO) e Phillips 66 (PSX), impulsionadas por spreads de crack favoráveis.
No entanto, o autor, Todd Gordon, alerta que a tendência atual nos spreads de crack, que mostraram sinais de declínio, pode indicar uma correção futura nas ações de refino.
A análise destaca que, embora o setor de energia como um todo tenha se saído bem, com o Energy Select Sector SPDR Fund (XLE) subindo 46,6% no último ano, o recente desempenho superior do segmento de refino pode não ser sustentável. Fatores como tensões geopolíticas afetando a oferta de petróleo e recentes fechamentos de refinarias nos EUA contribuíram para margens de refino elevadas.
No entanto, o autor observa uma divergência entre os preços das ações das refinarias em alta e o spread de crack em declínio, sugerindo cautela.
Em vez de aumentar as posições em ações de refino, Gordon recomenda considerar empresas de exploração e produção como ConocoPhillips (COP), que estão posicionadas para se beneficiar do aumento dos preços do petróleo bruto, especialmente à medida que as tensões geopolíticas persistem.
Essa visão sutil ressalta a importância de monitorar os sinais do mercado e ajustar as estratégias de investimento de acordo.