O CEO da Audi, Gernot Dollner, enfatizou que a nova fábrica, que será a primeira da empresa nos EUA, faz parte de uma estratégia de longo prazo para capitalizar o mercado de veículos premium dos EUA, que é o segundo maior globalmente.
A decisão segue uma avaliação minuciosa de mais de 70 locais potenciais e é vista como uma resposta aos desafios operacionais impostos pelas tarifas dos EUA, que custaram à Audi aproximadamente US$ 1,4 bilhão no ano passado. A fábrica deve produzir até 200.000 veículos anualmente, incluindo modelos como o Q7, Q8 e Q9, com cerca de metade da produção destinada à exportação.
Essa movimentação posiciona a Audi para competir melhor no mercado dos EUA, especialmente considerando que a empresa tem enfrentado dificuldades de vendas nos últimos anos. Dollner esclareceu que essa decisão não diminui as operações da Audi na Alemanha, que continuarão a ser o núcleo de seu desenvolvimento e tecnologia.
O momento do anúncio, coincidindo com um comício político, foi destacado como uma coincidência, embora reflita o compromisso da empresa em expandir sua presença no cenário automotivo dos EUA.