Durante o Demo Day anual da Y Combinator, Garry Tan expressou uma postura despreocupada em relação ao debate em andamento sobre a destilação de modelos de IA, um processo em que saídas de modelos avançados de IA são usadas para treinar modelos menos capazes.
Enquanto empresas como OpenAI e Anthropic levantaram alarmes sobre empresas chinesas supostamente envolvidas nessa prática, Tan acredita que os reguladores devem priorizar a criação de um equilíbrio entre modelos de peso abertos e modelos de fronteira, em vez de impor restrições à destilação.
Ele destacou as disputas legais em andamento em torno dos dados de treinamento de IA, incluindo processos envolvendo The New York Times e Anthropic, que ressaltam as complexidades dos direitos autorais na IA.
Tan também enfatizou a importância de abordar riscos imediatos de cibersegurança em vez de medos especulativos sobre o futuro da IA, defendendo um foco nas ameaças atuais em vez de cenários hipotéticos. Ele observou que, embora a IA possa levar à substituição de empregos, a transição para a automação ocorrerá ao longo de décadas, permitindo que a sociedade se adapte.
A Y Combinator continua comprometida em investir em IA, com uma significativa maioria das startups em seu Demo Day focadas em tecnologias de aprendizado de máquina e IA.