O Brasil tem capturado cada vez mais o mercado de soja da China, com mais de 60% das importações vindo do Brasil em comparação com apenas 23% dos EUA no início de 2026. As exportações de soja dos EUA para a China caíram dramaticamente em 76% no ano passado, totalizando US$ 3,1 bilhões, uma queda em relação ao pico de US$ 17,9 bilhões em 2022.
Em uma recente exposição em Pequim, executivos do Conselho de Exportação de Soja dos EUA enfatizaram as diferenças na qualidade das colheitas devido a condições climáticas variadas, instando os compradores chineses a se informarem sobre esses fatores.
Apesar de um compromisso da China de comprar pelo menos US$ 17 bilhões em produtos agrícolas dos EUA anualmente até 2028, incluindo 25 milhões de toneladas métricas de soja, a recuperação das exportações de soja dos EUA deve ser gradual.
Projeções atuais sugerem que os volumes de exportação se estabilizarão em torno de 25 a 30 milhões de toneladas métricas nos próximos anos, com um crescimento potencial em direção a 40 milhões de toneladas métricas no futuro.
Relatórios recentes de vendas indicam um leve aumento nos compromissos da China, mas, no geral, os EUA enfrentam desafios para recuperar sua posição no mercado em meio às dinâmicas comerciais em andamento.