À medida que a Copa do Mundo de 2026 se aproxima, os dados de viagem indicam uma perspectiva mista para as cidades-sede na América do Norte. Enquanto cidades como Houston e Dallas estão vendo aumentos substanciais nas reservas de voos, Seattle e as três cidades-sede mexicanas estão apresentando desempenho inferior em comparação ao ano passado.
O torneio, que contará com 48 equipes e 104 partidas, é projetado pela FIFA para contribuir com até $17,2 bilhões ao PIB dos EUA, mas o Deutsche Bank alerta que o impacto econômico geral pode ser limitado, estimando um mero aumento de 0,05% no PIB.
O setor de hospitalidade, particularmente o Airbnb e grandes cadeias de hotéis como a Marriott, está otimista, com a Marriott esperando um aumento de 40 pontos base na receita por quarto disponível. No entanto, a demanda não é uniforme; por exemplo, Miami está experimentando um aumento nas compras de ingressos locais, enquanto as reservas em Seattle caíram quase 21%.
As dinâmicas de preços são complexas, já que os fãs ponderam o custo de assistir a partidas específicas em relação aos altos preços dos ingressos, particularmente para jogos menos populares. A American Hotel & Lodging Association observa que a demanda por hotéis evoluiu de maneira diferente do esperado, com muitas reservas ficando aquém das projeções.
À medida que o evento se aproxima, espera-se que as reservas de última hora aumentem, mas a questão-chave permanece se a demanda atenderá às altas expectativas estabelecidas pela FIFA e pelos negócios locais. No geral, embora haja entusiasmo pelo potencial impacto econômico da Copa do Mundo, a realidade pode ser mais sutil, com resultados variados em diferentes regiões e setores.