À medida que os gastos com publicidade política mudam, a televisão aberta continua sendo um jogador chave, com expectativa de garantir aproximadamente US$ 5,6 bilhões, ou 48%, do total de gastos com anúncios políticos para as eleições de meio de mandato, segundo a AdImpact.
O ciclo eleitoral de 2025-26 deve ser o mais caro da história, com gastos totais alcançando US$ 11,6 bilhões, superando ciclos anteriores. Analistas, incluindo Daniel Kurnos da StoneX, enfatizam que a capacidade da TV aberta de alcançar eleitores locais de forma eficaz a torna indispensável para campanhas políticas.
Apesar do crescimento do streaming, a TV aberta capturou mais horas de visualização do que a TV a cabo em julho, demonstrando sua relevância contínua. Estrategistas políticos valorizam a TV aberta por sua confiabilidade e credibilidade percebidas, que são cruciais para influenciar as decisões dos eleitores.
Empresas como Nexstar Media Group e Gray Media já estão se beneficiando do aumento das receitas publicitárias políticas, com a Nexstar relatando receita trimestral recorde impulsionada em parte por anúncios políticos.
Enquanto isso, a TV conectada está emergindo como um segmento em crescimento, com expectativa de representar 23% dos gastos com anúncios políticos, indicando uma possível mudança nas estratégias publicitárias futuras.
No geral, a resiliência da televisão aberta na publicidade política destaca sua posição única no cenário da mídia e seu impacto tanto nas empresas envolvidas quanto no processo eleitoral.