Em 25 de setembro de 2026, a Suprema Corte dos EUA reinstaurou um banco de dados de imigração controverso que a administração Trump afirma ter a intenção de prevenir a votação de não cidadãos. Esta decisão permite que o Departamento de Segurança Interna utilize números de Seguro Social e outros dados para verificar o status de cidadania dos eleitores registrados.
Críticos argumentam que este sistema pode levar à desqualificação indevida de eleitores elegíveis, especialmente com a aproximação das eleições de meio de mandato. A maioria conservadora da corte decidiu que os argumentos dos autores contra o banco de dados provavelmente não têm mérito, citando a lei federal que permite o compartilhamento de informações de cidadania entre agências.
Desde a reformulação do banco de dados, vários estados liderados por republicanos começaram a cruzar suas listas de eleitores com o banco de dados, resultando no cancelamento de registros de indivíduos erroneamente identificados como não cidadãos.
Grupos de defesa levantaram preocupações sobre a precisão do banco de dados, com relatórios indicando altas taxas de erro na identificação de não cidadãos. A juíza Ketanji Brown Jackson, dissentindo com seus colegas liberais, enfatizou que o potencial dano a eleitores legais supera quaisquer benefícios percebidos das ações do governo.
A decisão gerou um debate significativo sobre a integridade das eleições e o equilíbrio entre medidas de segurança e direitos dos eleitores, especialmente com a aproximação das eleições de meio de mandato.