A Meta Platforms alcançou um acordo de $18 bilhões com procuradores gerais de 48 estados, do Distrito de Columbia e de três territórios dos EUA sobre alegações relacionadas ao vício em redes sociais entre jovens.
Jim Cramer descreveu esse acordo como uma 'grande vitória' para a Meta, argumentando que a reação inicial das ações—onde subiram mais de 4% antes de cair brevemente—foi uma 'leitura incorreta' da notícia. Ele enfatizou que o acordo remove uma ameaça legal significativa, já que a Meta poderia enfrentar até $200 bilhões em multas e litígios prolongados.
O acordo exige que a Meta implemente várias funcionalidades de segurança para crianças, incluindo limites diários de tempo, controles parentais aprimorados e medidas para prevenir o acesso de menores. Cramer observou que, embora a base de usuários da Meta entre os jovens seja pequena, as mudanças podem ter um impacto mais substancial em concorrentes como YouTube e TikTok.
Financeiramente, a Meta alocará cerca de 70% do acordo, ou $12,7 bilhões, ao longo de uma década, com os 30% restantes condicionados à adoção de medidas semelhantes por seus concorrentes. No entanto, preocupações sobre uma possível oferta de ações para financiar o acordo e investimentos contínuos em IA podem ter contribuído para a resposta contida das ações.
Cramer sugeriu que estabelecer um negócio de nuvem pública poderia ajudar a restaurar a confiança dos investidores, um movimento que o CEO Mark Zuckerberg indicou que está em andamento.