O ministro das Finanças da Rússia, Anton Siluanov, participou de uma reunião do G20 em Bangkok, marcando sua segunda aparição presencial desde a invasão da Ucrânia em 2022. Essa participação testa os limites dos esforços dos EUA para se envolver com Moscou enquanto mantém o apoio europeu.
Siluanov foi acompanhado pela vice-governadora do Banco da Rússia, Elizaveta Danilova, e sua disposição à mesa os colocou entre delegados da Coreia do Sul e dos Emirados Árabes Unidos. O ministro das Finanças da Alemanha, Lars Klingbeil, que anteriormente expressou forte oposição à presença da Rússia, reiterou que a Rússia não pode simplesmente retornar ao seu status anterior dentro do G20.
A reunião concluiu-se sem um comunicado conjunto, refletindo as divisões contínuas entre os países membros em relação às ações da Rússia e outras questões globais. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, não compareceu, indicando ainda mais as complexidades das relações entre EUA e Rússia.
As discussões destacaram a necessidade de respostas coordenadas a desafios globais, incluindo questões energéticas e dívida pública, enquanto os líderes se preparam para a próxima cúpula do G20 em Miami em dezembro.