Neil Young entrou com um processo no Tribunal Distrital dos EUA em Richmond, Virgínia, contra o Trump 47 Committee por supostamente infringir seus direitos autorais ao tocar sua canção 'Rockin' in the Free World' em um comício em Youngstown, Ohio, no dia 12 de outubro.
O processo alega que a canção foi tocada várias vezes em diversos comícios sem a permissão de Young, o que ele argumenta ser uma violação de seus direitos como titular dos direitos autorais. Young afirma que Trump estava ciente de que uma licença era necessária para usar a canção e que ele não concedeu tal licença.
Esta não é a primeira vez que Young toma medidas legais contra Trump; ele processou anteriormente outra entidade relacionada a Trump em 2020 por infrações semelhantes de direitos autorais, que resultaram em um acordo. O processo atual também nomeia cinco réus não identificados que se acredita estarem envolvidos na infração de direitos autorais.
A canção de Young, lançada em 1989, é descrita no processo como uma crítica à retórica política americana, contrastando as promessas feitas pelos políticos com as realidades enfrentadas por comunidades marginalizadas.
O momento do processo e a natureza da mensagem da canção podem ressoar com os eleitores à medida que as eleições de meio de mandato se aproximam, potencialmente influenciando a percepção pública da campanha de Trump.
Além disso, o comício onde a canção foi tocada foi manchado por um incidente separado envolvendo violência contra um manifestante, o que pode complicar ainda mais a imagem pública da campanha.