Na terça-feira, a Meta revelou uma nova linha de óculos inteligentes com preço de $299, significativamente mais baixos do que o modelo de entrada anterior, os óculos Meta Ray-Ban de segunda geração, que eram vendidos por $80 a mais.
Este lançamento faz parte da estratégia mais ampla do CEO Mark Zuckerberg para expandir no setor de vestíveis, especialmente à medida que o interesse do consumidor por dispositivos de realidade aumentada aumenta. Os novos óculos, desenvolvidos em colaboração com a EssilorLuxottica, a empresa-mãe da Ray-Ban, apresentam uma câmera e alto-falantes pessoais, mas não incluem a marca Ray-Ban ou Oakley.
Apesar de não possuírem um display, esses óculos permitem que os usuários interajam com a IA da Meta para tradução e fotografia, posicionando-os como um precursor de modelos mais avançados com telas integradas.
A Meta e a EssilorLuxottica dominam atualmente o mercado de óculos inteligentes com mais de 80% de participação de mercado e milhões de unidades vendidas desde seu lançamento inicial em 2021. O mercado de óculos inteligentes permanece relativamente pequeno, mas a concorrência está aquecendo, com Google e Snap também anunciando novos produtos nesse espaço.
Notavelmente, Zuckerberg encontrou maior sucesso com óculos inteligentes em comparação com headsets de realidade virtual, que têm lutado para ganhar tração no mercado mainstream. Essa mudança em direção aos vestíveis está alinhada com o objetivo da Meta de estabelecer uma plataforma de hardware para o emergente cenário de inteligência artificial.