O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Mohsen Rezaei, afirmou que qualquer acordo referente ao Estreito de Ormuz deve envolver a cessação de operações militares no Líbano, Gaza e Síria, enfatizando que os EUA devem demonstrar seu compromisso com essas condições.
A administração dos EUA, liderada pelo presidente Donald Trump, aparentemente não tem a intenção de revisar o memorando de entendimento de junho com o Irã, optando em vez disso por uma campanha de 'Dia D econômico' destinada a pressionar Teerã. Essa mudança de estratégia destaca um afastamento do engajamento militar em direção a sanções econômicas.
Atualmente, o Irã permitiu um corredor 'temporário e limitado' para o tráfego marítimo através do Estreito, mas o futuro desse corredor depende de negociações com os EUA. Enquanto isso, o Comando Central dos EUA tem atuado para garantir a segurança das rotas de navegação, tendo facilitado a passagem de numerosos navios e remessas de petróleo bruto.
No entanto, dados recentes indicam um declínio significativo no tráfego através do estreito, com apenas cinco navios transitando em uma terça-feira recente, em comparação com cerca de 130 antes do início do conflito em fevereiro.