A Disney está prestes a divulgar seus resultados do terceiro trimestre fiscal, com analistas esperando um lucro por ação de $1,86 e uma receita de $25,40 bilhões. Este relatório chega menos de cinco meses após Josh D'Amaro suceder Bob Iger como CEO, período durante o qual a empresa implementou demissões, incluindo uma rodada recente em julho que afetou divisões como a ESPN.
Os investidores estarão particularmente interessados na estratégia de crescimento de D'Amaro, que enfatiza o investimento em propriedade intelectual e tecnologia para aprimorar a narrativa, especialmente para parques temáticos e serviços de streaming.
O impacto das condições macroeconômicas, incluindo o conflito entre os EUA e Israel e o aumento dos preços do petróleo, já foi sentido por alguns concorrentes da Disney, como a NBCUniversal da Comcast, que relatou uma queda na frequência em seus parques de Orlando devido à diminuição da confiança do consumidor e ao aumento dos custos de viagem.
No entanto, a Disney indicou anteriormente que a demanda em seus parques domésticos permaneceu forte, com aumento nos gastos dos visitantes. Além disso, os investidores buscarão atualizações sobre o crescimento de assinantes e publicidade para o Disney+, assim como para o aplicativo direto ao consumidor da ESPN, que foi lançado há quase um ano.