Muitos tomadores de empréstimos estudantis federais correm o risco de ver seus pagamentos mensais dobrarem ou triplicarem se não saírem do agora extinto Saving on a Valuable Education (SAVE) até seus prazos, que para alguns é já em 29 de setembro.
O plano SAVE, que oferecia pagamentos baixos com base na renda discricionária, foi revogado devido a desafios legais, deixando mais de 6,9 milhões de tomadores com uma dívida média de quase $55.000 em uma posição precária.
Os tomadores têm sido lentos para agir, com muitos potencialmente adotando uma 'abordagem de avestruz' em relação ao prazo iminente, segundo o especialista em educação superior Mark Kantrowitz.
O Departamento de Educação está notificando os tomadores em ondas, e enquanto alguns podem ter até o final do ano para fazer a transição, aqueles que não escolherem um novo plano de pagamento serão colocados no Plano de Pagamento Padrão ou no novo Plano Padrão em Camadas, o que pode aumentar significativamente seus pagamentos mensais.
Novas opções de pagamento baseadas na renda, como o Plano de Assistência ao Pagamento (RAP), oferecem pagamentos mensais mais baixos e benefícios adicionais, tornando crucial para os tomadores avaliarem suas opções e se prepararem financeiramente para possíveis mudanças em suas obrigações de pagamento.