Em 12 de agosto de 2026, a Alphabet apresentou sua série de smartphones Pixel 11, que destaca a Inteligência Gemini, um conjunto de capacidades de IA projetadas para melhorar a interação do usuário em várias aplicações. Este lançamento ocorre apenas algumas semanas antes de a Apple esperar revelar uma Siri reformulada, também alimentada pelos modelos de IA da Google.
Rick Osterloh, chefe de dispositivos da Google, enfatizou que a IA pode alterar significativamente a forma como os usuários interagem com os smartphones, sugerindo que o Pixel 11 representa uma mudança em direção a um modelo de interação mais agente.
Os novos dispositivos incluem o Pixel 11, Pixel 11 Pro, Pixel 11 Pro XL e Pixel 11 Pro Fold, todos projetados para aproveitar a capacidade da Gemini de integrar informações de vários serviços da Google para simplificar as tarefas dos usuários.
No entanto, Osterloh reconheceu que, embora a IA esteja ganhando força como um motivo para atualizar smartphones, atualmente ocupa cerca da sexta ou sétima posição nas prioridades dos consumidores. A Counterpoint Research observou que casos de uso atraentes e uma maior conscientização dos consumidores serão essenciais para traduzir esse interesse em compras reais.
Além disso, a Google enfrenta desafios em toda a indústria, incluindo uma escassez de componentes de memória, o que provavelmente levará a preços mais altos para seus dispositivos.
Essa situação apresenta um teste crítico para a Google, enquanto busca determinar se seus avanços em IA podem efetivamente impulsionar o comportamento do consumidor e os ciclos de atualização em um cenário competitivo onde a Apple também está fazendo avanços significativos.