De acordo com o Eurostat, a área do euro experimentou uma taxa de crescimento de 0,4% no terceiro trimestre de 2026, uma diminuição em relação a 0,6% no trimestre anterior, que havia seguido um período de estagnação. Esse número de crescimento superou os 0,2% que os economistas previam em uma pesquisa da Reuters.
No entanto, a economia da França enfrentou um retrocesso, contraindo-se em 0,1% durante o mesmo período. Essa queda é atribuída aos altos custos de empréstimos e a uma luta política para gerenciar o significativo déficit do país, agravada pela agitação pública em relação aos custos de vida.
O Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter as taxas de juros, citando que o impacto do aumento dos preços da energia ainda não havia levado a repercussões econômicas mais amplas. No entanto, analistas sugerem que o BCE pode considerar um novo aumento da taxa em dezembro devido aos persistentes altos custos de energia e ao aumento dos riscos negativos para o crescimento.