O Tribunal de Apelações dos EUA para o 11º Circuito emitiu uma decisão de 2-1 bloqueando a aplicação da Lei Stop WOKE da Flórida, que foi projetada para limitar discussões sobre raça e gênero no ensino superior.
A juíza Britt Grant enfatizou que a lei infringe os direitos da Primeira Emenda dos professores, afirmando que o governo não pode ditar o discurso em sala de aula simplesmente porque os educadores são funcionários do estado.
A decisão permite que continuem os desafios legais contra a lei, que já enfrentou retrocessos, incluindo uma decisão anterior que bloqueou restrições semelhantes a treinamentos no local de trabalho. A opinião divergente da juíza Barbara Lagoa argumentou que o estado tem a autoridade para regular o que é ensinado em universidades públicas.
Esta decisão é significativa, pois não apenas impacta o cenário educacional da Flórida, mas também estabelece um precedente para como leis semelhantes podem ser contestadas em todo o país, potencialmente influenciando a conversa nacional mais ampla sobre liberdade acadêmica e liberdade de expressão na educação.