Na Conferência Mundial de Robôs, a QJ Robots, uma startup apoiada pela Temasek, apresentou seu modelo de IA projetado para ajudar os robôs a aprender habilidades humanas de forma mais eficaz. A empresa gerou mais de 100 milhões de yuan (15 milhões de dólares) ao implantar sua tecnologia em mais de 100.000 robôs na China.
No entanto, o CTO Tianren Zhang enfatizou a necessidade de dados mais diversos para melhorar o treinamento do modelo. Isso reflete uma tendência mais ampla na indústria de tecnologia em direção ao desenvolvimento de 'modelos de mundo' que replicam melhor cenários do mundo real em comparação com modelos de IA tradicionais.
Outra startup, a Lumos, fundada pelo ex-aluno da Tsinghua Chao Yu, lançou um sistema chamado NexCore para facilitar a integração de IA e robótica em fábricas. Enquanto isso, a Ace Robotics, liderada por Wang Xiaogang, também está trabalhando na criação de soluções humanoides eficazes, enfatizando a importância de dados do mundo real para o treinamento.
Apesar desses avanços, a paciência do mercado pode ser testada, pois as ações da Unitree caíram após seu fundador moderar as expectativas para a comercialização de humanoides. O artigo também observa que as restrições dos EUA a dispositivos robóticos avançados ainda não impactaram significativamente o mercado, uma vez que os robôs humanoides ainda não são amplamente utilizados.
Além disso, menciona o desempenho financeiro de empresas como Pop Mart e Alibaba, indicando resultados mistos em seus respectivos mercados, o que pode influenciar o sentimento dos investidores nos setores de robótica e IA.