Dados do Escritório Nacional de Estatísticas revelaram que as vendas no varejo caíram 0,6% em relação ao ano anterior em maio, marcando a primeira queda desde dezembro de 2022 e ficando aquém das expectativas dos economistas por estabilidade.
O investimento em ativos fixos urbanos também contraiu 4,1%, pior do que a queda esperada de 2%, com o investimento em imóveis sofrendo uma notável queda de 16,2% nos primeiros cinco meses do ano.
Embora a produção industrial tenha aumentado 4,5%, superando as estimativas, o panorama econômico geral continua desafiador, caracterizado por uma recuperação em forma de 'K', onde a manufatura e as exportações prosperam enquanto os gastos dos consumidores e os investimentos em propriedades ficam para trás.
A taxa nacional de desemprego melhorou ligeiramente para 5,1%, mas o escritório de estatísticas destacou um desequilíbrio significativo entre oferta e demanda, pedindo avanços tecnológicos e apoio ao emprego para estimular o crescimento econômico.
Além disso, enquanto a inflação do produtor aumentou significativamente, a inflação do consumidor permaneceu modesta em 1,2%, indicando que os custos mais altos não estão sendo repassados aos consumidores em meio à fraca demanda.