Desde o referendo do Brexit em 23 de junho de 2016, o Reino Unido enfrentou consideráveis desafios econômicos, com estimativas sugerindo uma redução do PIB de 6-8% até 2025 devido a fatores como incerteza e má alocação de recursos, segundo o professor da Stanford, Nicholas Bloom.
A promessa de retomar o controle sobre a imigração levou a uma emigração líquida de países da UE, enquanto a migração de estados não pertencentes à UE aumentou, impulsionada por escassez de mão de obra e esquemas de visto de emergência.
O valor da libra permaneceu aproximadamente 10% abaixo dos níveis anteriores ao referendo, afetando o custo de vida dos cidadãos do Reino Unido que dependem fortemente de importações. A divergência no desempenho entre o FTSE 100 e o FTSE 250 reflete sentimentos mais amplos do mercado, com o FTSE 100 se beneficiando da exposição à receita global, enquanto o FTSE 250 enfrenta desafios internos.
No geral, o mercado de ações do Reino Unido não acompanhou os mercados dos EUA, indicando um ambiente econômico estagnado. A UE continua sendo o maior parceiro comercial do Reino Unido, representando uma parte significativa das importações e exportações, apesar do novo acordo comercial estabelecido após o Brexit.
A instabilidade política também é evidente, com nenhum primeiro-ministro servindo por mais de três anos desde o referendo, culminando na recente renúncia do Primeiro-Ministro Keir Starmer em meio a desafios de liderança.