O presidente Donald Trump está viajando para a Turquia para uma cúpula da OTAN em meio a tensões elevadas devido às ações militares em curso da Rússia na Ucrânia. A cúpula se concentrará em questões urgentes, como os gastos com defesa, com o Secretário-Geral da OTAN, Mark Rutte, enfatizando a necessidade de os estados membros converterem compromissos em resultados tangíveis.
Analistas, incluindo Michael O'Hanlon do Brookings Institution, expressam otimismo cauteloso, sugerindo que até mesmo um progresso menor seria benéfico. O pano de fundo da cúpula é marcado por recentes ataques de mísseis russos em Kyiv, que intensificaram a urgência para a OTAN apoiar a Ucrânia.
Trump tem se envolvido em discussões tanto com o presidente russo Vladimir Putin quanto com o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy, indicando um cenário diplomático complexo. Embora os membros da OTAN tenham concordado em aumentar os gastos com defesa para 5% do PIB até 2035, a administração dos EUA está pressionando por uma implementação mais rápida.
Um alto funcionário dos EUA insinuou compromissos financeiros significativos que devem ser anunciados durante a cúpula, o que pode remodelar a abordagem da OTAN em relação à defesa coletiva e sua resposta às ameaças russas.