A senadora Elizabeth Warren, uma figura chave na criação do CFPB após a crise financeira de 2008, divulgou um relatório indicando que as modificações da administração Trump na agência custaram significativamente aos consumidores.
O relatório atribui aproximadamente US$ 15 bilhões desse total ao abandono de uma regra que limitava as taxas de atraso de cartões de crédito a US$ 8, que estava projetada para economizar cerca de US$ 10 bilhões anualmente para os consumidores.
Além disso, cita US$ 7,5 bilhões em custos pela revogação de uma regra que limitava as taxas de descoberto a US$ 5, juntamente com cerca de US$ 4 bilhões pela suspensão de mais de três dúzias de ações de fiscalização que teriam proporcionado pagamentos diretos aos consumidores.
Essas mudanças, lideradas pelo diretor interino Russell Vought, foram defendidas pelos republicanos como necessárias para reduzir a excessiva regulamentação, enquanto os democratas argumentam que elas minam as proteções ao consumidor.
Este relatório surge enquanto Vought está prestes a enfrentar uma audiência de supervisão no Senado, em meio a discussões em andamento sobre a nomeação de Brian Johnson para liderar o CFPB permanentemente.