Democratas do Senado, incluindo Elizabeth Warren, levantaram sérias alegações contra o chefe do IRS, Frank Bisignano, afirmando que ele pode ter mentido ao Congresso sobre os níveis de pessoal da agência. Em seu testemunho, Bisignano declarou que se sentia confiante em relação ao número atual de funcionários do IRS e negou qualquer escassez de pessoal.
No entanto, os democratas apontaram para relatórios conflitantes que indicam que o IRS está ativamente buscando contratar mais funcionários devido a cortes significativos de pessoal feitos durante a administração Trump, que resultaram em mais de 31.000 demissões até janeiro de 2026.
O próprio inspetor geral do IRS destacou a escassez de pessoal como uma questão crítica, alertando que essas faltas poderiam comprometer a próxima Temporada de Declaração de 2026.
A carta dos democratas exige esclarecimentos de Bisignano sobre as discrepâncias entre suas declarações e as ações da agência, particularmente em relação a um memorando interno que solicitou autoridade de contratação acelerada devido a desafios contínuos de pessoal.
Essa controvérsia acrescenta problemas a Bisignano, que recentemente enfrentou escrutínio por supostamente abusar de sua autoridade de segurança para monitorar ex-colegas do JPMorgan Chase. O desfecho dessa situação pode afetar as capacidades operacionais do IRS e seu relacionamento com o Congresso, já que enganar o Congresso pode levar a repercussões legais para Bisignano.