O presidente da Câmara, Mike Johnson, anunciou que a Câmara deixaria Washington um dia antes do planejado, encurtando uma breve sessão que já estava agendada para apenas seis dias em outubro. Essa decisão ocorre em razão de uma resolução de impeachment surpresa apresentada pelo deputado Thomas Massie, que acusou Hegseth de realizar ações militares não autorizadas.
Embora a resolução fosse improvável de ser aprovada, ela representava um risco político para os líderes republicanos, levando ao recesso antecipado. Massie criticou a medida, sugerindo que era uma tentativa de evitar a votação politicamente embaraçosa, enquanto os democratas aproveitaram a oportunidade para afirmar que o GOP estava com medo das implicações de tal votação.
A Câmara havia recentemente aprovado uma resolução sobre os poderes de guerra com o objetivo de encerrar o envolvimento militar dos EUA no Irã, indicando uma crescente preocupação bipartidária em relação ao conflito. O porta-voz do Pentágono, Kingsley Wilson, defendeu Hegseth, afirmando que o Departamento de Guerra está se saindo melhor sob sua liderança.
A situação destaca as tensões dentro do Partido Republicano em relação à política militar e às próximas eleições.