A Liberty Media Formula One relatou uma queda de quase 40% na receita do segundo trimestre em relação ao ano anterior, principalmente devido ao cancelamento de corridas ligadas a conflitos no Oriente Médio. No entanto, as ações subiram quase 4% após o anúncio, à medida que a empresa destacou as negociações em andamento para direitos de mídia e acordos recentes de vários anos com redes de TV.
Os analistas estão otimistas sobre o futuro das ações, com David Karnovsky, do JPMorgan, observando comentários positivos da administração sobre oportunidades comerciais, particularmente em patrocínios e licenciamento.
Ele antecipa que o EBITDA se beneficiará de um calendário completo de corridas e novos eventos, como os na Turquia, o que pode levar a uma redução da alavancagem e potenciais retornos de capital.
O Morgan Stanley elevou seu preço-alvo para as ações para $125, sugerindo uma alta de 21%, enquanto analistas como Sean Diffley enfatizam o potencial de crescimento do esporte em mercados pouco explorados, como os EUA e a Ásia.
Ian Moore, da Bernstein, projeta aumentos significativos na receita de patrocínios, estimando mais de $1 bilhão até 2027 e 2028, juntamente com um aumento substancial nas receitas de licenciamento.
No geral, enquanto as ações da Formula One ficaram atrás de concorrentes como TKO Group Holdings e Madison Square Garden Sports, os analistas esperam que ganhem impulso à medida que o esporte continue a expandir seu alcance comercial.