A vitória da Espanha por 1 a 0 sobre a Argentina na final da Copa do Mundo marcou um momento significativo no futebol internacional, mas as implicações financeiras para a FIFA são ainda mais notáveis.
O torneio, que contou com 48 equipes pela primeira vez, permitiu que a FIFA capitalizasse sobre o aumento do conteúdo das partidas, vendas de ingressos e oportunidades de publicidade, levando a uma receita estimada de mais de $9 bilhões para a próxima Copa do Mundo em 2026.
Apesar das preocupações iniciais sobre a acessibilidade dos ingressos, a demanda se mostrou forte, com taxas de utilização dos estádios alcançando 99% durante as fases de grupos.
O impulso do presidente da FIFA, Gianni Infantino, pela expansão para 64 equipes em 2030 pode aumentar ainda mais o apelo e a inclusividade do torneio, potencialmente transformando-o em um evento mais global, semelhante às Olimpíadas.
Além disso, a estratégia financeira da FIFA inclui um fundo de desenvolvimento de $2,7 bilhões para seus estados membros, promovendo uma relação recíproca que apoia a liderança de Infantino. O próximo torneio de 2030, que celebrará seu centenário, deve atrair ainda mais emissoras e patrocinadores, solidificando a posição da FIFA como uma força dominante nos esportes globais.